Conteúdos: Regras básicas do Futsal, Voleibol, Handebol, Basquete e Tchoukball (consta no blog);
Atualidades (Olimpíadas Londres 2012, Copa do Mundo FIFA Brasil 2014, etc);
___________________Educação Física ________________
______________________________________________Blog destinado aos alunos do Ensino Médio do Colégio CEB________________________________________
sexta-feira
sábado
"Uma Luz no Fim do Tubo"
"Uma luz no fim do tubo" mostra a vida de Elias
"Figue" Diel, 35 anos, que era uma promessa do surfe no final dos
anos 80 e teve essa trajetória interrompida após um acidente de carro, aos 16
anos, que o deixou cego. No yoga buscou o desapego ao drama e há dois anos
voltou a surfar impressionando todos. Imagens e depoimentos de amigos revelam a
emoção de surfar junto com o Figue e a lição de vida que ele traz.
Parte 1
Parte 2
sexta-feira
Tchoukball
Como Jogar o Tchouckball?
A equipe que possui a bola dispõe de 03 (três), passes no máximo antes de arremessar a bola sobre um dos quadros de remissão. A outra equipe procura coloca-se de maneira adequada para poder recuperar a bola após ser ricocheteada pelo quadro de remissão, antes que a mesma entre em contato com o solo. Durante toda a partida, os jogadores de ambas às equipes não tenha o direito de se constrangerem ou interceptar a bola no ato de suas ações respectivas, sejam de ataque ou defesa.
Os Pontos
Um jogador marca ponto para sua equipe se ele arremessar a bola sobre o quadro de remissão de maneira tal que seja impossível para o adversário fazer o rebote antes que a bola caia no chão.
Um jogador dá o ponto para equipe adversa se:
- Ele errar o quadro no momento do arremesso;
- Ele faz a bola cair fora do terreno de jogo após a finalização;
- Ele finaliza e a bola no seu retorno do quadro de remissão, rebate sobre ele mesmo;
- Ele ao finalizar erradamente faz com que a bola caia dentro da zona proibida (área), antes ou depois do arremesso.
As Faltas
Um jogador comete falta quando:
- Ele deloca-se driblando com a bola no chão ou no ar;
- Ele efetua mais de 03 (três), passes com a posse bola;
- Ele joga com os membros inferiores, isto é, abaixo do nível da cintura;
- Ele faz o quarto passe em favor de sua equipe;
- Ele entra em contato com o solo fora do limites do terreno de jogo ou da zona proibida (área), de posse da bola;
- Ele deixa a bola cair no ato de um passe ou recepção;
- Ele intercepta voluntariamente ( ou não), um passe da outra equipe;
- Ele pega a bola depois da finalização de um companheiro de equipe;
- Ele obstrui o deslocamento do adversário ou a livre trajetória da bola quando esta está sobre a posse do adversário.
As faltas deverão ser cobradas no local onde aconteceram ou onde a bola caiu. Sendo que deverá ser concretizado um passe antes da finalização ou dos demais passes permitidos pela regra do jogo.
Quando a bola toca na borda do quadro de remissão e sua trajetória natural é modificada. O ponto não é contado, tratando-se de uma falta e o jogo é retomado no local onde a bola caiu. A mesma passa para a posse da equipe que defendia no memento da ação litigiosa.
Em um jogo bipolar "02 (dois), quadros de remissão", não é permitido mais de 03 (três), consecutivos sobre o mesmo quadro.
A reposição da bola não é contada como passe e é feita atrás da linha de fundo, ao lado do quadro onde foi marcado o ponto. Sendo efetuada pela equipe que sofreu o ponto.
Objetivos:
- Para a equipe de posse da bola: Lançar a bola sobre a superfície de remissão após no máximo 03 (três), passes. Após recochetear , a bola deverá ...tocar o solo fora da zona proibida para que um ponto seja marcado. Se a bola é recuperada pela outra equipe, o jogo segue normalmente.
· Para a equipe que não estar de posse da bola : Recuperar a bola após ser recocheteada pelo quadro e antes que a mesma toque no chão. Para que isso aconteça é preciso que haja uma movimentação constante em função do passe da equipe adversária para estar sempre em condições de fazer o rebote, recuperando assim a bola para sua equipe. Não é permitido segurar ou provocar o adversário, assim como interceptar a bola no ato dessas ações.
Regras Particulares:
- Não há campos definido (cada equipe pode finalizar em ambos os quadros de remissão).
- Não se pode inteceptar os passes da outra equipe. ... Não mais de 03 (três), passes ante da finalização.
- Não mais de 03(três), passos de posse da bola.
Vídeo de esportes diferentes.
TRABALHO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE
Tema: Olimpíadas – Jogos Olímpicos
Tópicos:
·
História
das Olimpíadas (origem, olimpíadas da era moderna, etc.);
·
Bandeira
Olímpica (criador, 1ª utilização, significados, etc.);
·
Mascotes
(objetivo, como são inspirados, os principais, etc.);
·
História
do Brasil nas Olimpíadas (participações, desempenho, curiosidades, etc.);
·
Tocha
Olímpica (significado, trajeto, cerimonial, etc.);
·
Juramento
(significado, quem faz, em qual momento, etc.);
·
Modalidades
e Esportes Olímpicos de Londres 2012;
·
Catarinenses
nas Olimpíadas de Londres 2012.
Itens OBRIGATÓRIOS:
·
Capa;
·
Sumário;
·
Introdução;
·
Desenvolvimento;
·
Conclusão;
·
Referências.
Tipo de Trabalho: MANUSCRITO
Data de Entrega: até o dia 24 de agosto (Professora Bárbara).
quinta-feira
TRABALHO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - RECUPERAÇÃO 1º TRIMESTRE
ENTREGAR
ATÉ DIA 25 DE MAIO –
Prof.a Barbara Conti
TEMA:
Recomendações Para a Prática de Atividade Física - Organização Mundial de Saúde
(OMS).
·
Para crianças/adolescente;
·
Para adultos.
Itens
OBRIGATÓRIOS:
Capa;
Resumo:
Máximo 1 (uma) página;
Sumário;
Introdução:
Máximo 10 (dez) linhas;
Desenvolvimento:
Máximo 4 (quatro) páginas;
Conclusão:
Máximo 10 (dez) linhas;
Referências.
Obs.: o trabalho deve estar formatado de acordo com as
normas do Colégio CEB.
domingo
FUTEBOL DE SALÃO OU FUTSAL
O futebol de salão começou a ser praticado em 1930 por jovens freqüentadores da Associação Cristã de Moços (ACM) de São Paulo e em Montevidéo, no Uruguai. Devido à dificuldade para encontrar campos de futebol, improvisaram "peladas" nas quadras de basquete e hóquei aproveitando as traves usadas na prática desse último esporte.
O Uruguai, nos anos 30, era a grande referência no futebol, sua seleção foi bicampeã olímpica e sede da primeira Copa do Mundo de Futebol, promovida pela FIFA, sendo também a primeira seleção campeã. O futebol estava em alta nos dois países e o intercâmbio dentro da ACMs era constante.
Para os uruguaios, o criador do esporte foi o professor Juan Carlos Ceriani Gravier, da ACM de Montevidéo. Nesta associação, um grupo de jovens alunos, empolgados com o sucesso do futebol uruguaio, praticavam-no como recreação em quadras de basquete.
Assim, o professor Ceriani preparou algumas regras em 1933, tomando como base quatro esportes: basquete, handebol, futebol e pólo-aquático. Do basquete, além da quadra, adaptou a falta pessoal, a troca de jogadores e o tempo total de jogo; do handebol, o fato de não poder marcar gols de qualquer distância; do futebol, sua condição e do pólo-aquático, quase todas as regras sobre o goleiro.
Entretanto, nós, brasileiros, argumentamos que o jogo praticado no Uruguai não estava ainda organizado e poderia ser praticado por cinco, seis e até sete jogadores. Nas décadas de 30 e 40, este "protótipo" do que viria a ser o futebol de salão era intensamente praticado nas ACMs dos dois países.
Com isso concluímos que de fato, a pratica de um tipo de futebol dentro de quadras começou na Associação Cristã de Moços, seja ela no Brasil ou no Uruguai.
O esporte difundiu-se rapidamente por outros estados e na década de 50 começaram a ser fundadas as federações estaduais de futebol de salão. Até 1958, São Paulo e Rio de Janeiro disputavam a primazia do jogo, havendo divergências entre as regras locais. Tudo se resolveu com a oficialização da prática pela Confederação Brasileira de Desportos nesse ano, que padronizou as regras e aceitou as federações estaduais como filiadas.
Em 1956, Luiz Gonzaga de Oliveira, da Federação Paulista de Futebol de Salão criou o primeiro Livro de Regras, posteriormente adotadas pela FIFUFA (Federação Internacional de Futebol de Salão).
Outro fato que dá ao Brasil a paternidade do futebol de salão é o fato da Federação Uruguaia de Futebol de Salão ser fundada em 1965, onze anos depois da brasileira.
Para se ter uma idéia da importância que este tema tem, tanto para o Brasil, como para o Uruguai, basta dizer que em 1967, com a finalidade de esclarecer o mesmo, Luiz Gonzaga, com o apoio de João Havelange ( então presidente da Confederação Brasileira de Deporto) organizaram no Rio de Janeiro o I Congresso das Federações de Futebol de Salão. Assistiram ao congresso catedráticos de educação física ligados às ACMs (do Brasil e do Uruguai). Tudo indica que a primeira das conclusões a que chegaram foi que o futebol de salão é um esporte genuinamente brasileiro.
A evolução do esporte
As bolas eram de crina vegetal, serragem ou cortiça granulada e sofreram sucessivas modificações, diminuindo o seu tamanho e aumentando seu peso.
Daí o fato de o futebol de salão ser chamado também de "esporte da bola pesada". De início as equipes variavam de número, tendo cinco, seis e até sete jogadores, mas pouco a pouco foi fixado o limite de cinco. Acreditaram, porém, que o futebol jogado nos salões da ACM era violento demais, principalmente para os goleiros.
Por isso, sua prática ficou restrita aos adultos, e assim mesmo esporadicamente.
Durante um curso promovido pelo Instituto Técnico da Federação Sulamericana da Associação Cristã de Moços, foram distribuídas cópias das regras a todos os representantes.
Durante um curso promovido pelo Instituto Técnico da Federação Sulamericana da Associação Cristã de Moços, foram distribuídas cópias das regras a todos os representantes.
QUADRA
A quadra de jogo é um retângulo com o comprimento de 42 metros e o mínimo de 25 metros, tendo a largura máxima de 22 metros e a mínima de 15 metros.
a)As linhas demarcatórias da quadra, na lateral e no fundo, deverão estar afastadas 1(um) metro de qualquer obstáculo (cerca ou alambrado); b)Para partidas oficiais a quadra deverá ter um comprimento mínimo de 30 metros e uma largura mínima de 17 metros.
a)As linhas demarcatórias da quadra, na lateral e no fundo, deverão estar afastadas 1(um) metro de qualquer obstáculo (cerca ou alambrado); b)Para partidas oficiais a quadra deverá ter um comprimento mínimo de 30 metros e uma largura mínima de 17 metros.
Todas as linhas demarcatórias da quadra deverão ser bem visíveis, com 8(oito) centímetros de espessura, que não sejam sulcos cavados.
a) As linhas demarcatórias de maior comprimento denominam-se linhas laterais e as de menor comprimento linhas de fundo. b) Na metade da quadra será traçada uma linha divisória, de uma extremidade a outra das linhas laterais, eqüidistantes as linhas de fundo.
c) O centro da quadra será demarcado por um pequeno círculo com (dez) centímetros de diâmetro.
d) Ao redor do pequeno círculo será fixado o círculo central da quadra com um raio de 3(três) metros.
c) O centro da quadra será demarcado por um pequeno círculo com (dez) centímetros de diâmetro.
d) Ao redor do pequeno círculo será fixado o círculo central da quadra com um raio de 3(três) metros.
e) As linhas que delimitam as partes da quadra de jogo pertencem as respectivas partes.
O seu piso será de madeira, material sintético ou cimento, rigorosamente nivelado, sem declives, nem depressões, prevenindo escorregões e acidentes.
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ÁREA DE META
Nas quadras com largura igual ou superior a 17 metros, em cada extremidade da quadra, a 6(seis) metros de distância de cada poste de meta haverá um semi-círculo perpendicular à linha de fundo que se estenderá ao interior da quadra com um raio de 6(seis)metros. A parte superior deste semi-círculo será uma linha reta de 3(tres) metros, paralela a linha de fundo, entre os postes. A superfície dentro deste semi-círculo, denomina-se área de meta. Nas quadras com largura inferior a 17 metros, o semi-círculo perpendicular a linha de fundo terá um raio de 4(quatro) metros .
As linhas demarcatórias fazem parte da área de meta
As linhas demarcatórias fazem parte da área de meta
PENALIDADE MÁXIMA
A distância de 6(seis) metros do ponto central da meta, medida por uma linha imaginária em ângulo reto com a linha de fundo e assinalada por um pequeno círculo de 10(dez) centímetros de raio, serão marcados os respectivos sinais de penalidade máxima.
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TIRO LIVRE SEM BARREIRA
A distância de 12(doze) metros do ponto central da meta, medida por uma linha imaginária em ângulo reto com a linha de fundo, serão marcados os respectivos sinais, de onde serão cobrados os tiros livres sem barreira, nas hipóteses previstas nestas regras.
METAS (traves ou balizas)
No meio de cada área e sobre a linha de fundo serão colocadas as metas , formadas por dois postes verticais separados em 3(três) metros entre eles (medida interior) e ligados por um travessão horizontal cuja medida livre interior estará a 2(dois) metros do solo. A largura e espessura dos postes e do travessão serão de 8(oito) centímetros e quando roliços terão o diâmetro de 8(oito) centímetros.
Os postes e travessão , poderão ser confeccionados em madeira, plástico, ferro ou material similar e pintados, de preferência de branco e fixados ao solo. Os postes e travessão deverão ter a mesma largura e espessura. Serão colocadas redes por trás das metas e obrigatóriamente presas aos postes, travessão e solo. Deverão estar convenientemente sustentadas e colocadas de modo a não pertubar ou dificultar a ação do goleiro.
As redes serão de corda, em material resistente e malhas de pequena abertura para não permitir a passagem da bola.
BOLA
A Bola será esférica. O invólucro será de couro macio ou de outro material aprovado. Nas categorias Principal e Juvenil, as bolas em sua circunferência terão no máximo 64 (sessenta e quatro) centímetros e no mínimo 61(sessenta e um) centímetros.
Seu peso terá no máximo 430(quatrocentos e trinta gramas) e no mínimo 390 (trezentos e noventa) gramas.
Nas categorias Infantil e Feminino, as bolas em sua circunferência terão no máximo 59(cinquenta e nove) centímetros e no mínimo 55(cinquenta e cinco)centímetros. Seu peso terá 380 (trezentos e oitenta) gramas e no mínimo 350(trezentos e cinquenta) gramas. As bolas, para estas categorias, deverão ter uma marca, em cor diferente, bem visível para sua fácil identificação. A bola somente poderá ser trocada, durante a partida, com a autorização do árbitro.
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NÚMERO E SUBSTITUIÇÃO DE ATLETAS
A partida será disputada entre duas equipes compostas, cada uma, por no máximo de 5(cinco) atletas, um dos quais, obrigatoriamente, será o goleiro. É vedado o início de uma partida sem que as equipes contém com um mínimo de 5(cinco) atletas, nem será permitida sua continuação ou prosseguimento se uma das equipes, ou ambas, ficar reduzida a menos de 3(três) atletas. O número máximo de atletas reservas, para substituições, é de 7 (sete). Será permitido um número indeterminado de substituições "volantes", a qualquer tempo do jogo, sem necessidade de paralisação do cronômetro, exceção feita ao goleiro que somente poderá ser substituído com a bola fora de jogo.
Um atleta que tenha sido substituído poderá voltar a partida em substituição a outro. A substituição volante realiza-se quando a bola estiver em jogo, subordinando-se às seguintes condições: a) O atleta que sai da quadra de jogo, deverá fazê-lo pela linha lateral, nos 3(três) metros correspondentes ao lado onde se encontra seu banco de reservas , mas nunca antes de o atleta substituído transpor completamente a linha lateral.
b) O atleta que entra na quadra de jogo deverá fazê-lo pela mesma linha da zona de substituição, também nos 3(três) metros correspondente ao lado onde se encontra seu banco de reservas e no setor chamado zona de substituições. c) É vedada a substituição do goleiro por ocasião da cobrança de tiros livres direto ou indireto (exceção na cobrança de penalidade máxima), salvo em caso de contusão grave por ele sofrida, comprovada pelo árbitro e confirmada pelo médico ou, na ausência deste, pelo massagista, ou em caso de expulsão. d) Qualquer atleta substituto está submetido a autoridade e jurisdição dos árbitros, seja ou não chamado a participar da partida.
e) A substituição completa-se quando o substituto entra na quadra de jogo e, o substituto, deixa a mesma totalmente.
b) O atleta que entra na quadra de jogo deverá fazê-lo pela mesma linha da zona de substituição, também nos 3(três) metros correspondente ao lado onde se encontra seu banco de reservas e no setor chamado zona de substituições. c) É vedada a substituição do goleiro por ocasião da cobrança de tiros livres direto ou indireto (exceção na cobrança de penalidade máxima), salvo em caso de contusão grave por ele sofrida, comprovada pelo árbitro e confirmada pelo médico ou, na ausência deste, pelo massagista, ou em caso de expulsão. d) Qualquer atleta substituto está submetido a autoridade e jurisdição dos árbitros, seja ou não chamado a participar da partida.
e) A substituição completa-se quando o substituto entra na quadra de jogo e, o substituto, deixa a mesma totalmente.
A troca de posição entre o goleiro e os demais atletas participantes da partida poderá ser feita devendo, entretanto, ser previamente autorizada por um dos árbitros e no momento em que o jogo esteja paralisado.
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EQUIPAMENTOS
O equipamento dos atletas compõe-se de camisa de manga curta, ou manga comprida, calção curto, meias de cano longo, caneleiras, tênis confeccionados com lona, pelica ou couro macio, com solado revestimento lateral de borracha ou material similar, ficando terminantemente proibido o uso de camisa sem manga e de sapatos com solado de couro ou pneu, ou que contenham travas. As caneleiras deverão estar completamente cobertas pelas meias e serem confeccionadas em material apropriado em material apropriado que ofereça proteção ao atleta(borracha, plástico, poliuretano ou material similar).
O goleiro usará uniforme com camisa de cor diferente dos demais atletas, sendo-lhe permitido, com exclusividade, para fins de proteção, o uso de calça de agasalho.
DURAÇÃO DA PARTIDA
O Tempo de duração de uma partida é de 40 minutos , cronometrados, divididos em dois períodos de 20 minutos cada, com tempo máximo de 10 minutos para descanso entre ambos, para as categorias Principal e Juvenil.
Considerando a menor resistência do organismo em formação e não poder exigir-se de atletas de reduzida idade um excessivo esforço físico, os tempos de duraçào da partida, na categoria Infantil, serão de 30 minutos, cronometrados, divididos em dois períodos de 15 minutos cada, com o máximo de 10 minutos de descanso entre ambos, sendo que, o mesmo vale para a categoria feminina.
A duração de qualquer período da partida deverá ser prorrogada para permitir a execução de uma penalidade máxima, uma vez esgotado o tempo regulamentar.
- Será concedido às equipes disputantes, objetivando das instruções aos atletas, o direito de solicitar o pedido máximo de 2 (dois) tempos, um em cada período da partida, sendo de 1 (um) minuto a duração de cada tempo solicitado.
BOLA DE SAÍDA
No ínicio da partida a escolha de lado ou pontapé inicial será decidido por meio de sorteio pelo árbitro principal. A equipe vencedora do sorteio escolherá a meia quadra onde irá atuar ou optará pela execução do pontapé inicial.
Dado o sinal pelo árbitro, a partida será iniciada por um dos atletas, que movimentará a bola com os pés em direção ao lado contrário, devendo a a mesma, nesse momento, estar colocada imóvel sobre o centro da quadra, cada equipe deverá estar em seu próprio lado e nenhum atleta da equipe contrária à iniciadora da partida poderá aproximar-se a menos de 3(três) metros da bola, nem invadir a meia quadra do adversário enquanto o pontapé inicial não for dado e a bola houver percorrido distância igual a sua circunferência.
O atleta que executar o pontapé inicial não poderá ter contato com a bola enquanto esta não for tocada ou jogada por outro atleta.
Após o descanso regulamentar a que se refere a regra, a partida recomeçará com as equipes disputantes trocando de lado e o reinício será efetivado por um atleta da equipe contrária aquela que deu o pontapé inicial.
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